3 Dicas de Marketing Digital para micro e pequenas empresas

O marketing digital para micro e pequenas empresas muitas vezes é visto como um “luxo”, que não cabe no orçamento.

Com a capacidade de investimento mais enxuta, as micro e pequenas empresas não têm muito espaço para errar, por isso, precisam de ações de marketing que tragam resultados efetivos.

O que muitas delas nem imaginam é que o marketing digital pode ser exatamente a solução que precisam e que podem pagar.

Para isso, no entanto, é necessário estratégia: pesquisar, analisar, planejar, executar, medir e avaliar.

Ações desconexas, sem o real entendimento do mercado em que a empresa atua e sem objetivos claros definidos, obviamente não vão trazer os resultados desejados.

Pensando nisso, elencamos algumas dicas essenciais para implementar o marketing digital de forma estratégica:

1- Antes de contratar, faça um diagnóstico

Uma dica muito importante:  se a sua empresa não pode e não quer perder dinheiro, então nunca contrate serviços de marketing digital, sem ter o entendimento claro das suas reais necessidades.

Um dos grandes erros das empresas nesse sentido é contratar serviços, baseados em achismos.

O marketing digital é baseado em estratégia, por isso, o que deu certo para uma empresa não, necessariamente, vai trazer os mesmos resultados para você.

Por isso, o diagnóstico é um dos primeiros passos de um planejamento de marketing digital.

Ele permitirá que a sua empresa entenda um pouco melhor o seu mercado e como é a atuação de seus stackholders no mundo digital. Isso pode ser feito através de:

Mapeamento de personas: personificação do público-alvo da empresa, com o objetivo de entender os seus problemas, as suas dores e desejos – o que gostam, ou não, o que buscam, onde podem ser encontradas, quais os tipos de relacionamento estabelecem, entre outros.

Análise da concorrência: quem são, como é a atuação no mundo digital, quais ferramentas utilizam, em quais mídias investem, como se relacionam com os seus públicos.

Análise de tendências: como os produtos/serviços são vistos pelas pessoas na internet, o que elas querem saber a respeito deles, quais são as dúvidas, quais problemas querem solucionar.

Atual situação da empresa:  como é a presença da empresa no mundo digital, quais mídias utiliza e investe, quais são seus objetivos em relação ao marketing digital, como se relacionam com os seus públicos.

Com essas pesquisas iniciais, a empresa já terá uma noção dos seus pontos fortes, bem como, dos gaps, que precisarão ser trabalhados.

A partir daí é possível elaborar o planejamento, baseado nas reais necessidades da empresa, para nortear a implementação das ações de marketing digital.

2- Estratégia economiza tempo e dinheiro

Imagina uma empresa que possui 6 redes sociais, todas elas sem atualização há mais de 2 meses.

Agora pense em uma empresa que acabou de renovar o seu site, mas ele não possui call to actions (botões que chamam para a ação), a navegação é difícil e as pessoas não conseguem encontrar o que procuram.

E, o pior, a empresa investe em anúncios pagos que direcionam as campanhas para a HOME do site, deixando o possível cliente completamente perdido.

Todos os exemplos acima são de casos reais, de empresas que perderam tempo e dinheiro implementando ações de marketing digital sem planejamento e estratégia.

Isso acontece porque é exatamente no planejamento estratégico de marketing digital que a empresa definirá como será a sua presença no mundo digital e como vai se relacionar com o seu público, considerando os resultados que deseja alcançar.

Como nos exemplos abaixo:

Redes Sociais: em quais precisa estar, de acordo com o seu público e o relacionamento que deseja estabelecer. É melhor ter apenas uma rede social, mas mantê-la atualizada e promover a interação com o público certo, que manter várias redes sem atualização periódica.

Planejamento de Conteúdo: temas baseados no interesse do público, periodicidade de atualização, linguagem e formatos adequados para cada meio, objetivos, entre outros. Veja mais no texto “Marketing de Conteúdo – erros que a sua empresa não deve cometer”.

Mídias Online: em quais mídias investir, como e quanto investir em cada mídia, qual tipo de conteúdo trabalhar, resultados desejados.

Site: otimizações, adequação de conteúdo, periodicidade de atualização, ações periódicas para melhorar o posicionamento nos sites de busca.

Estratégia: definição de métricas e metas.

Assim, o planejamento será o norte para a empresa implementar as ações e, a partir da análise dos resultados obtidos reavaliar a estratégia e otimizar o investimento.

3 – Tome cuidado com as métricas de vaidade

Já no planejamento é importante que a empresa defina quais resultados quer alcançar com o marketing digital. É óbvio que a “venda” é sempre o objetivo final e principal de qualquer empresa.

No entanto, no processo, é possível mapear os micro-resultados que serão essenciais para que o objetivo final seja alcançado.

Número de acessos do site. Leads gerados. Cliques nas publicações. Engajamento nas redes sociais. Alcance. Impressões. As possibilidades de métricas são inúmeras, e cada empresa vai definir a que melhor se encaixa com a sua estratégia.

Mas, vale a dica para não cair na tentação de se basear em métricas de vaidades – àquelas que satisfazem o ego mas não contribuem de forma mais efetiva para o alcance dos resultados esperados.

Um bom exemplo é uma empresa que busca usar as redes sociais para gerar tráfego para o site, mas usa o Número de curtidas como métrica para ser avaliada. Neste caso, a métrica escolhida não contribui para o micro-resultado. O ideal seria realmente analisar qual foi o tráfego que as redes sociais geraram para o site.

Por outro lado, se o objetivo definido fosse o engajamento, aí sim, seria importante verificar o número de curtidas, comentários, compartilhamentos, mensagens e outras interações do público nas redes.

Os exemplos mostram que cada empresa deverá definir as suas metas baseadas nos micro-resultados e no objetivo final que deseja alcançar.

Concluindo, marketing digital não é receita de bolo. Para ter sucesso é fundamental pesquisar, analisar, planejar, medir, avaliar e melhorar continuamente.

Quer mais visitas em seu site? Dicas de Neil Patel e Fábio Ricotta para gerar mais tráfego.

O que você pode fazer para melhorar o seu posicionamento nos sites de busca e aumentar o tráfego do seu site?

Neil Patel e Fábio Ricotta, grandes feras do Marketing Digital estiveram no FIRE 2017, evento promovido pela Hotmart entre os dias 16 e 17/08, e trouxeram dicas simples para quem quer e precisa aumentar o número de visitantes em seu site e gerar mais vendas.

Neil Patel – testar e qualificar para gerar tráfego e vendas

Eleito pela Entrepreneur como profissional número 1 do Marketing, Neil Patel é referência mundial em Marketing Digital e está entre os Top 100 empreendedores de sucesso, com menos de 30 anos. Não é por acaso que a sua palestra foi uma das mais aguardadas durante o FIRE 2017.

E Neil, que já esteve presente na edição anterior do evento, não decepcionou. Em sua apresentou mostrou testes e análises que realizou para qualificar o seu conteúdo e aumentar o tráfego para gerar ainda mais conversões e vendas.

Confira duas dicas apresentadas por Neil Patel

1) Qualificar e atualizar o conteúdo já existente

É fundamental sempre analisar os conteúdos já publicados no site e avaliar quais deles ainda podem ser trabalhados e melhorados.

Para isso existem ferramentas como Google Analytics – para verificar as principais fontes de tráfego, as páginas mais acessadas, o comportamento do visitante no site, tempo em que permanece nas páginas, taxas de rejeição; Google Search Console e/ou Google Trends – para verificar palavras-chaves e termos que estão sendo procurados e estão ranqueando.

Vale lembrar que quando o assunto é palavra-chave a densidade é muito mais importante que a quantidade.

Por isso, ao invés de inserir a palavra-chave de forma excessiva no conteúdo, você deve trabalhar uma abordagem mais completa e abrangente do assunto a partir dela.

2) Testar, analisar e validar

Readequação de títulos, qualificação e atualização de conteúdos, renovação de posts já feitos, trabalho com imagens e o que for possível ser testado.

Pequenas mudanças podem fazer diferença na indexação do conteúdo, no posicionamento nos sites de buscas e, consequentemente, no tráfego gerado. Mas, é importante entender que nem todos os testes vão dar certo. Por isso, é fundamental manter análises constantes que vão indicar se vale, ou não, a pena seguir com determinada estratégia.

Fábio Ricotta – relacionamento do início ao fim

Um dos pioneiros no Brasil na área de SEO, Fábio Ricotta é referência nacional em Marketing Digital. Co-Fundador da Agência Mestre, Fábio foi responsável pela formação e capacitação de  milhares de profissionais em SEO e Marketing Digital, sendo um dos expoentes em conversões a partir de tráfego orgânico.

Confira as dicas de Mestre do Fábio Ricotta:

3) Conteúdo e ranqueamento do Topo ao Fundo do funil de vendas

Um dos maiores erros das empresas ao pensar em estratégias para melhorar o tráfego e a conversão é trabalhar em ações focadas apenas no fundo de funil de vendas, ou seja, pensando apenas naqueles que já estão na fase de decisão de compra.

Como explica Fábio, quando chegam nos sites de busca, boa parte das pessoas ainda não têm conhecimento sobre o que precisam contratar. Elas, na verdade, sabem apenas que possuem um problema e que precisam solucioná-lo.

Pensando nisso, a empresa que se preocupar em entender o seu público, em todas as fases do funil – topo (consciência), meio (consideração e intenção) e fundo (decisão); conseguirá mapear melhor quem são os seus potenciais clientes e quais são os seus problemas e os desejos (mapa da empatia). A partir daí terá melhores condições de definir estratégias para:

  • Criar anúncios segmentados (facebook ads, google ads) – demográfico, por tipo de interesse, por comportamento, entre outros;
  • Entregar conteúdos gratuitos e relevantes que vão orientar, ensinar e criar confiança com o lead – blog post, Stories, lives, webinar, posts periódicos, ebooks, entre outros.
  • Mover o lead no funil através de um relacionamento baseado em compartilhamento de conhecimento e de experiências, de aprendizado e de referenciamento.
  • Quebrar objeções de compra, a partir do relacionamento e da autoridade construída.
  • Apresentar no momento certo e da forma adequada os argumentos de venda (oferta, resolução, vantagem) para gerar a conversão.

4) Analisar, atualizar e qualificar o conteúdo

Pensar no marketing digital como um processo dinâmico é o primeiro passo para entender a necessidade de sempre acompanhar, analisar e renovar as estratégias que foram estabelecidas.

Usar as ferramentas certas ajudará a avaliar o seu conteúdo e indicará o que precisa ser feito para que ele possa ser trabalhado de forma estratégica:

  • Entender quais são os interesses das pessoas – quais as palavras-chaves mais pesquisadas, o que as pessoas querem saber, quais são as suas dúvidas ou angústias;
  • Verificar o que é informação útil e relevante para o seu público;
  • Validar se o conteúdo respeita os elementos do SEO;
  • Garantir que esteja alinhado e adequado para cada etapa do funil de vendas.

O mais importante, segundo Neil Patel e Fábio Ricotta, é constantemente analisar, avaliar, propor melhorias, testar variações e novamente verificar se o resultado será efetivo, até que o seu conteúdo esteja no top 10 do Google.

E quando chegar lá, recomece o processo!

 

Marketing de Conteúdo: erros que a sua empresa não deve cometer

“O conteúdo é rei”. A expressão já virou clichê em ebooks, vídeos, seminários, workshops ou palestras sobre marketing digital. Sim, todos já sabem que o conteúdo é essencial para o ranqueamento do site da empresa nas páginas de busca, é uma excelente ferramenta para estabelecer relacionamento com os atuais clientes, funciona como uma ótima isca para potenciais clientes, além de ser uma ótima oportunidade para dar mais visibilidade para a empresa.

A pergunta, no entanto, é: se todos sabem que o conteúdo é essencial para o marketing digital e a grande maioria já trabalha nesse sentido, porque poucas empresas alcançam resultado de sucesso com essa estratégia?

A resposta pode ser encontrada nos erros mais comuns cometidos pelas empresas na gestão do marketing de conteúdo. Confira:

Meu conteúdo é para todo mundo

Um dos erros mais clássicos das empresas é iniciar a produção de conteúdo sem analisar o seu público, achando que ele serve para todo mundo. Não, definitivamente nem todo mundo vai gostar do seu conteúdo, até mesmo porque o seu objetivo deve ser o seu cliente atual ou potencial.

Se você não sabe para quem está produzindo, como saberá o que é relevante e agrega valor para o seu público? O resultado só pode ser um monte de conteúdo, que não é interessante para ninguém ou, com sorte, para uma parcela muito irrisória do seu público.

Por isso, o primeiro passo deverá ser mapear e desenhar a sua persona – uma forma de “humanizar” o público de sua empresa.

Nesse processo, você deixará de enxergar apenas dados demográficos – homem/mulher, faixa etária, classe social, entre outros; para efetivamente conhecer as “pessoas” que têm potencial para adquirir os seus produtos ou serviços.

Ao conhecer as “pessoas”, o que gostam, quais são os seus interesses, as suas dores e as suas angústias (problemas), a sua empresa passa a ter condições de buscar “soluções” para atender a essas demandas e para desenvolver um relacionamento positivo, baseado em credibilidade.

Quais são as minhas palavras chaves para o meu conteúdo?

As palavras-chaves têm um papel essencial no processo de Marketing Digital e ignorá-las é um erro crucial.

Afinal, as ferramentas de busca (Google, Bing, Yahoo) utilizam as palavras-chaves para apresentar os resultados mais relevantes para os usuários. Quanto mais assertiva for a palavra-chave, melhor será o retorno da busca para o usuário.

Isso quer dizer que se você não sabe quais são as suas palavras-chaves, não está trabalhando isso nos seus conteúdos e, dificilmente conseguirá ser indexado nas ferramentas de busca de forma orgânica.

Mas, se você trabalha com campanhas pagas o problema é ainda maior. Afinal usar palavras-chaves erradas significa que os seus anúncios vão aparecer para pessoas que não são o seu público, ou seja, que você está jogando dinheiro fora.

É por isso que é necessário mapear as principais palavras-chaves para o negócio e inseri-las, dentro de um contexto adequado, nos conteúdos que são produzidos e nas campanhas que são realizadas.

Entender as dúvidas das PERSONAS e o FLUXO DE VENDA da empresa é fundamental para definir com mais precisão as palavras-chaves.

O que o fluxo de venda interfere no conteúdo?

Quais etapas as minhas personas percorrem até efetivarem as compras? Quais são os problemas que buscam resolver? Quais são as suas dores? Quais são as dúvidas que têm sobre a minha empresa, meus produtos ou serviços durante cada etapa?

Entender esse processo é fundamental para produzir conteúdo que consiga responder às dúvidas, as inquietações ou insatisfações de suas personas em todas as etapas do processo.

Caso contrário, o seu conteúdo não terá relevância e não agregará valor para a sua persona e, por isso, não servirá como isca ou não terá a interação e o engajamento necessários para alcançar o resultado desejado.

Produzo conteúdo, logo, compartilho. Certo?

A partir do momento que você sabe quem é a sua persona, as suas palavras-chaves e tem o entendimento do seu fluxo de venda, fica mais fácil definir um planejamento de conteúdo que esteja alinhado com a sua estratégia.

Nessa etapa é fundamental entender que cada meio – site, blog, redes sociais, ebooks, vídeos, webinar, hangout, workshop, seminários, lives, entre outros; possui a sua linguagem específica, a sua forma de interação e o seu time. Por isso, é necessário pensar estrategicamente sobre como produzir esse conteúdo para cada meio, como veicular, como divulgar, como promover a integração e o engajamento e como desenvolver campanhas para aumentar o alcance.

Um dos erros mais comuns que as empresas cometem é sair produzindo conteúdo de forma aleatória, sem um planejamento prévio, e simplesmente divulgar e compartilhar em todos os meios da mesma forma. Nem precisa dizer que isso é perda de tempo e, consequentemente, de dinheiro, pois o resultado não conseguirá ser efetivo.

Por isso, é necessário pensar estrategicamente – em qual meio eu preciso estar, em qual meio a minha persona circula, qual a linguagem mais adequada para esse meio, qual o melhor dia e horário para veiculação, qual a melhor forma de interação nesse meio, como, quanto e quando investir em campanhas pagas. Para este processo, damos o nome de Planejamento Editorial.

Uma empresa que possui uma boa estratégia de conteúdo, mantem um planejamento editorial bem estruturado, feito com antecedência e levando em consideração todos os itens: personas, palavras-chaves, fluxo de vendas, mídias, verba disponível, contexto atual, princípios e valores da empresa, produtos e serviços, entre outros.

Embora o Planejamento seja feito considerando uma periodicidade – mensal, quinzenal ou semanal; ele deve passar por uma análise constante de desempenho para que possa ser redesenhado e adaptado de acordo com os resultados apresentados durante a sua execução.

 

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